
A utilização da argila é milenar. Os conhecimentos da suas propriedades e seus benefícios foram obtidos através de observações das condutas dos animais que feridos ou com mal estar, mergulhavam na lama teraopêutica as regiões problemáticas.
Sempre tivemos ao nosso alcance cinco agentes da natureza com grandes propriedades terapêuticas:
Plantas terapêuticas: terapia também milenar, que vem crescendo nos dias de hoje.
Sol: imprescindível a vida, pelos seus efeitos térmicos, na síntese de vitamina D e participa da gênese vegetal.
Água: tem um efeito calmante, estimulante, sendo um grande agente harmonizante.
Ar: sem ele não pode haver vida, também usado na terapia dos órgãos respiratórios.
Terra: argila, que concentra a energia de todos os elementos, que confere a ela a poderosa ação de regeneração dos organismos vivos.
Estes agentes terapêuticos se identificam com os cinco movimentos da terapia oriental:
Terra (argila), Fogo (sol), Água, Metal (ar) e Madeira (plantas).
A análise laboratorial da argila revela a presença de vários elementos químicos dos que o homem necessita. Como ela capta a energia do sol, da água e do ar isto aumenta sua capacidade de regeneração física.
Os antigos terapeutas egípcios usavam a argila internamente para o combate de inflamações e feridas e de modo externo para os casos de problemas ósseos (lama do Rio Nilo).
Os chineses também se utilizam destas duas modalidades de tratamento. Assírios e babilônios aplicavam lama preta. Os gregos antigos contemporâneos a Homero se utilizavam de argila oriunda de uma colina na ilha de Lemnos. No início de nossa era, Plínio resumiu o que sabia sobre as terras terapêuticas, considerava um maravilhoso remédio para varias afecções. No fim da idade média o uso da argila ganhou grandes proporções devido à peste que se espalhou por muitas regiões da Europa. Agrícola e Paracelso grandes alquimistas utilizavam nas suas práticas clínicas uma infinidade de terras terapêuticas.
Grandes terapeutas alemães empregaram a argila nos tratamentos naturais, durante período de epidemia de cólera-asiática e houve forte êxito com o uso da argila de Luvos. Durante a guerra mundial os russos recebiam 200gr de argila, os franceses misturavam com mostarda para aliviar as crises de intestinais que atacavam os regimentos . No tempo da cavalaria, o exército se utilizava da argila no tratamento de apodrecimento que atingia os cascos dos cavalos.
Na Suíça e na Alemanha foi onde usaram por mais tempo a argila, principalmente para o tratamento de desordens respiratórias.
Nos últimos anos, tem-se espalhado o uso terapêutico da argila. A título de curiosidade a medicina alopata usa de medicamentos derivados de alumínio no tratamento de problemas gástricos, sendo que sabemos que a principal composição química da argila é o silicato de alumínio, mas não somente este componente proporciona a argila o efeito cicatrizante, mas sim uma sinergia natural com componentes que são dosados de forma equilibrada pela natureza.
Como “silicato natural“ a argila serve de catalisador na gênese do petróleo, determinado uma serie de transformações de diversas matérias.
A argila age com discernimento bloqueando a proliferação dos micróbios, ao mesmo tempo em que favorece a reconstituição da célula sã. O poder absorvente da argila é extraordinário, devido a sua constituição micromolecular, absorve impurezas e substâncias que podem ser tóxicas. Sua radioatividade é natural e saudável para o organismo, servindo como um estimulante vital com a capacidade de refazer o equilíbrio eletromagnético das células. Pode provocar a exaltação da radioatividade que esta impregnada no corpo, fazendo a descer a níveis desejáveis e saudáveis ao organismo.
Argila – corresponde a terra com:
- Características gordurosas, sobretudo quando úmida;
- Viscosidade e plasticidade quando molhada;
- Isenção de areia, grânulos regulares e isenção de vegetais.
Existe alguns tipos diferentes de argila: verde, marrom e branca (acinzentada). Cada uma evidencia mais alguma propriedade e tem sua indicação de acordo com o problema de cada indivíduo.
Composição:
Óxido de silício, silicatos, feldspato, mica, carbonatos de cálcio, magnésio, hidróxidos de ferro e alumínio, magnésio, apatita, zircônio entre outros.
Não estamos lidando com substancias inertes, mas com a própria vida onde a melhora dos problemas se deve a uma transferência da energia natural para o corpo em desequilíbrio.
A argila tem efeito bactericida e protetor biológico, tem polaridade harmonizante, tudo que é nocivo ou emissor de radiações é atraído para a argila e neutralizado pela polaridade contrária, havendo uma eliminação rápida destes resíduos.
Pode ser ingerida ou aplicada no local sob a forma de cataplasmas, compressas.
A argila é transformadora e transmissora de energia. Como uma partícula de limalha proveniente de um ímã, que guarda as propriedades do todo, cada parcela de argila transporta uma energia considerável de magnetismo e radiações, suprindo o organismo de uma reserva de força extraordinária. Esta ação radiante contribui para a reconstituição do potencial vital, revitalizando e libertando a energia nele latente e até ser desaproveitada. É simbiótica – com ação e plena, total e geral – proporcionando harmonia funcional entre todos os órgãos e sistemas.
Texto extraido de: http://www.sinte.com.br/revistaterapiaholistica/naturoterapia/geoterapia/74-geoterapia-energia#ixzz1hn8ApCHw
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